A Ideal Metrics apoia organizações na medição, redução e neutralização das suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Reunimos consultoria, capacitação e registro oficial em um único fluxo de trabalho, do diagnóstico inicial à publicação do inventário.
O GHG Protocol é a ferramenta mais utilizada no mundo por governos e empresas para quantificar e gerenciar emissões de GEE. Ele estabelece bases padronizadas para medir emissões de operações, cadeias de valor e ações de mitigação, e serve de referência para metas, relatórios e acesso a financiamento.
Fontes próprias e controladas: combustão, frota e processos da operação.
Geração de eletricidade, calor ou vapor comprados pela organização.
Emissões indiretas a montante e a jusante: fornecedores, logística e uso do produto.
Escopos 1, 2 e 3 com publicação no Registro Público de Emissões da FGV e preparação para o Selo Ouro.
O inventário de emissões é a peça-mãe de toda a gestão de carbono: é ele que alimenta o Registro Público de Emissões da FGV, o CDP, os indicadores GRI 305, as metas de redução e, em breve, o relato obrigatório do mercado regulado brasileiro (SBCE). Sem inventário, não há neutralização nem meta que se sustente.
A Ideal Metrics elabora o inventário completo da sua organização, com memória de cálculo rastreável, e prepara a publicação e a verificação.
Escopos 1, 2 e 3 conforme GHG Protocol e ABNT NBR ISO 14064-1, com limites organizacionais e ano-base definidos.
Planilha com dados de atividade e fatores de emissão documentados, pronta para auditoria.
Apoio na adesão ao Programa Brasileiro GHG Protocol e na publicação do ciclo anual.
Organização das evidências para a auditoria do organismo verificador acreditado (ISO 14064-3), rumo ao Selo Ouro.
Dados prontos para responder CDP e preencher os indicadores GRI 305.
Padrão corporativo de contabilização e relato, adaptado ao Brasil pela FGV
Quantificação e relato de emissões no nível da organização
Verificação de terceira parte da declaração de GEE
Bronze (parcial), Prata (completo) e Ouro (completo e verificado)
Ciclo típico: Anual: o inventário cobre o ano-calendário anterior e é publicado no ciclo seguinte.
A verificação do inventário é feita por organismo acreditado pelo Inmetro, independente de nós. Nós elaboramos e preparamos; quem verifica é terceiro. Essa separação é o que dá valor ao Selo Ouro.
Estudo ISO 14067 por unidade funcional, base para EPD e para o dado do CBAM.
A pegada de carbono de produto quantifica as emissões de um produto específico ao longo do ciclo de vida, em kgCO2e por unidade funcional. É o dado que grandes compradores pedem aos fornecedores e que o exportador precisa entregar ao cliente europeu no contexto do CBAM.
A Ideal Metrics conduz o estudo completo, da definição de fronteira ao relatório, com base na avaliação de ciclo de vida.
Conforme ISO 14067: unidade funcional, fronteira do sistema, regras de alocação e tratamento de carbono biogênico.
Resultados por etapa do ciclo de vida e identificação dos pontos quentes de emissão.
Estrutura do estudo pronta para evoluir para uma EPD conforme ISO 14025, registrada em programa operador.
Relatório por produto e instalação no formato que o importador europeu precisa declarar.
Norma internacional de referência para pegada de carbono de produto
Princípios e requisitos da avaliação de ciclo de vida (ACV)
Declarações ambientais de produto (EPD)
Padrão complementar de contabilização por produto
Ciclo típico: Por produto ou família de produtos. Recalcula-se quando muda a formulação, o processo ou a matriz energética; EPDs valem tipicamente 5 anos.
Neutralização ISO 14068-1 com comprovante público: empresa, evento e frete.
Declarar neutralidade de carbono com seriedade exige quatro blocos: medir, reduzir, compensar o residual e declarar. A ISO 14068-1 substituiu a PAS 2060 como norma de referência e passou a exigir hierarquia de mitigação (reduzir antes de compensar) e a inclusão das emissões materiais de escopo 3.
A Ideal Metrics estrutura a neutralização completa, da medição ao comprovante público de compensação, para organizações, produtos, eventos e operações de transporte.
Organização, produto, evento ou frete, medido conforme GHG Protocol.
Metas e trajetória de redução do que pode ser reduzido, antes da compensação.
Aposentadoria nominal de créditos em registro reconhecido (Verra ou Gold Standard), com comprovante rastreável.
Documento estruturado conforme ISO 14068-1, pronto para comunicação e para verificação.
Peça de comunicação para o cliente exibir, renovada a cada ciclo.
Neutralidade de carbono (substituiu a PAS 2060; NBR publicada em 2024)
Base de medição do inventário
Registros dos créditos usados na compensação
Ciclo típico: Anual para organizações (a neutralidade vale para o período declarado); pontual por evento, lote ou operação.
Selo sem lastro é passivo de reputação. O que sustenta a declaração é o conjunto inventário + redução + comprovante de aposentadoria nominal dos créditos, e é isso que entregamos.
Plano de redução com curva MACC e dossiê de meta para a SBTi.
Medir sem reduzir não sustenta nenhuma declaração. O plano de descarbonização transforma o inventário em decisão: quais medidas reduzem mais tCO2e por real investido, em que ordem, e que meta a empresa consegue assumir publicamente.
A Ideal Metrics constrói o plano com critério econômico, medida por medida, e prepara o dossiê para validação de meta na SBTi quando esse é o objetivo.
Cenário-base, projeção de emissões e portfólio de medidas quantificadas em tCO2e/ano e custo.
Custo marginal de abatimento (R$/tCO2e) de cada medida, separando as que se pagam das que exigem investimento.
Metas de curto e longo prazo compatíveis com a operação e com os compromissos assumidos.
Preparação da meta near-term ou net-zero para validação pela Science Based Targets initiative.
Indicadores, responsáveis e rotina de acompanhamento do plano.
Validação de metas contra trajetórias de 1,5 °C; near-term cobre no mínimo 95% dos escopos 1 e 2
Base de medição do cenário e do progresso
Ciclo típico: Projeto único com revisão a cada 2 ou 3 anos; metas SBTi têm reporte anual de progresso e revalidação em ciclos de 5 anos.
Due diligence e aposentadoria nominal na compra; viabilidade e PDD na originação.
O mercado voluntário de carbono tem qualidade desigual: crédito ruim vira passivo de reputação. Comprar bem exige verificar registro, metodologia, adicionalidade e risco de reversão antes de pagar. E quem tem ativo (terra, aterro, processo industrial) pode estar sentado sobre um projeto de créditos sem saber.
A Ideal Metrics atua nas duas pontas: assessora o comprador na seleção e aposentadoria de créditos, e o dono do ativo na originação do projeto.
Quanto compensar, com que tipo de crédito e em que registro, alinhado à declaração pretendida.
Status no registro, metodologia e vigência, adicionalidade, risco de permanência, vintage, dupla contagem e ratings independentes.
Compra e aposentadoria em nome do cliente, com comprovante público do registro.
Pré-elegibilidade do ativo: metodologia aplicável, potencial de geração e economics.
Documento de concepção do projeto (Verra VCS ou Gold Standard) e apoio na contratação do organismo validador.
Maior padrão do mercado voluntário (créditos VCU)
Padrão com foco em cobenefícios (créditos GS VER)
Selo de integridade que qualifica créditos de alta qualidade
Ciclo típico: Compra e due diligence são pontuais, por transação; originação é projeto plurianual com verificações periódicas.
Gap analysis da Lei 15.042/2024 e relatório de emissões embutidas para exportação.
A Lei 15.042/2024 criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE): instalações que emitem acima de 10.000 tCO2e/ano terão de monitorar e relatar; acima de 25.000 tCO2e/ano, também conciliar cotas (CBE) e certificados (CRVE). A regulamentação está em curso, e quem estrutura o MRV agora chega pronto.
Na fronteira europeia, o CBAM entrou no período definitivo em 2026: o exportador brasileiro de setores cobertos precisa entregar ao cliente europeu o dado de emissões embutidas por produto, senão valem valores-padrão punitivos.
Enquadramento da operação nos limiares da Lei 15.042/2024 e roadmap de conformidade por fase.
Estrutura de dados no recorte que a lei regula: instalação e fonte, não só o CNPJ consolidado.
Rotina de MRV em formato exigível pelo órgão gestor do SBCE.
Dado por tonelada de produto e instalação, no formato que o importador europeu declara.
Evidências organizadas para a verificação de terceira parte do relato regulado.
SBCE: cotas (CBE), certificados (CRVE) e obrigações por limiar de emissão
Base técnica do inventário verificável
Ajuste de carbono na fronteira europeia, definitivo desde 2026
Ciclo típico: Estruturação única, com relato anual a partir da vigência das obrigações; CBAM segue o calendário de declaração do importador europeu.
A produção primária agropecuária está fora do teto do SBCE por lei. A regulamentação ainda define formatos exatos de plano e relato; estruturar o inventário em padrão verificável desde já é o caminho sem arrependimento.
Emissões, remoções, geoespacial e conformidade socioambiental da porteira para dentro.
O agro tem uma posição única: a produção primária ficou fora do teto do mercado regulado brasileiro, mas os compradores internacionais cobram balanço de carbono, rastreabilidade e conformidade socioambiental. E as remoções (solo, floresta, integração) podem virar ativo em vez de passivo.
A Ideal Metrics mede emissões e remoções da porteira para dentro, mapeia a propriedade com dados geoespaciais e organiza a conformidade que os mercados exigem.
Balanço de carbono da propriedade ou cooperativa, com base no GHG Protocol e na orientação para agricultura.
Mapeamento do uso do solo: áreas produtivas, áreas protegidas e dinâmica de conversão.
Cruzamento do CAR com alertas de desmatamento, embargos e listas oficiais, por CPF ou CNPJ.
Documentação de origem e balanço de carbono para compradores e linhas de financiamento verdes.
Pré-elegibilidade de projetos de remoção na propriedade (encaminha ao produto Créditos de Carbono).
Orientação de contabilização para o setor agropecuário
Quantificação e relato no nível da organização
Cadastro Ambiental Rural como base da conformidade territorial
Ciclo típico: Anual ou por safra, conforme a cultura e a demanda do comprador.
Exigências de cadeias livres de desmatamento, como a regulamentação europeia, tornam a rastreabilidade e a conformidade documentada condição de acesso, não diferencial.
A metodologia é estruturada para garantir precisão e conformidade em todas as etapas do processo:
Levantamento das fontes emissoras e dos níveis atuais.
Alvos de redução e compensação alinhados à estratégia.
Cálculo segundo protocolos reconhecidos internacionalmente.
Publicação no Programa Brasileiro GHG Protocol (FGV).
Acompanhamento contínuo dos indicadores e das ações.
A gestão estruturada do carbono gera vantagens competitivas concretas:
Emissões e impactos mapeados, base para decisões de redução.
Conformidade exigida em editais, licitações e cadeias de fornecimento.
Posição pronta para metas regulatórias e precificação futura.
Credibilidade junto a clientes, investidores e partes interessadas.
Para avaliar o ponto de partida da sua organização, mapear as fontes de emissão e definir o produto certo, fale com a nossa equipe técnica.
Solicitar diagnóstico