10.09.2026Ideal Metrics Ltda
Ideal Metrics

Gestão de carbono

Inventário, neutralização e relatório de emissões de gases de efeito estufa.

01
GHG Protocol

Visão geral

A Ideal Metrics apoia organizações na medição, redução e neutralização das suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Reunimos consultoria, capacitação e registro oficial em um único fluxo de trabalho, do diagnóstico inicial à publicação do inventário.

O GHG Protocol é a ferramenta mais utilizada no mundo por governos e empresas para quantificar e gerenciar emissões de GEE. Ele estabelece bases padronizadas para medir emissões de operações, cadeias de valor e ações de mitigação, e serve de referência para metas, relatórios e acesso a financiamento.

As três frentes de emissão

Escopo 1

Emissões diretas

Fontes próprias e controladas: combustão, frota e processos da operação.

Escopo 2

Energia adquirida

Geração de eletricidade, calor ou vapor comprados pela organização.

Escopo 3

Cadeia de valor

Emissões indiretas a montante e a jusante: fornecedores, logística e uso do produto.

02
Produto 02

Inventário de GEE

Escopos 1, 2 e 3 com publicação no Registro Público de Emissões da FGV e preparação para o Selo Ouro.

O inventário de emissões é a peça-mãe de toda a gestão de carbono: é ele que alimenta o Registro Público de Emissões da FGV, o CDP, os indicadores GRI 305, as metas de redução e, em breve, o relato obrigatório do mercado regulado brasileiro (SBCE). Sem inventário, não há neutralização nem meta que se sustente.

A Ideal Metrics elabora o inventário completo da sua organização, com memória de cálculo rastreável, e prepara a publicação e a verificação.

Para quem

  • Empresas cobradas por clientes, investidores ou matriz para reportar emissões
  • Organizações que se aproximam dos limiares do SBCE (10.000 tCO2e/ano)
  • Quem busca os selos do Registro Público de Emissões da FGV (Bronze, Prata, Ouro)

O que você recebe

01

Relatório de Inventário de GEE

Escopos 1, 2 e 3 conforme GHG Protocol e ABNT NBR ISO 14064-1, com limites organizacionais e ano-base definidos.

02

Memória de cálculo rastreável

Planilha com dados de atividade e fatores de emissão documentados, pronta para auditoria.

03

Publicação no Registro Público de Emissões da FGV

Apoio na adesão ao Programa Brasileiro GHG Protocol e na publicação do ciclo anual.

04

Preparação para a verificação de terceira parte

Organização das evidências para a auditoria do organismo verificador acreditado (ISO 14064-3), rumo ao Selo Ouro.

05

Caderno de indicadores para relato

Dados prontos para responder CDP e preencher os indicadores GRI 305.

Como funciona

  • Definição de limites organizacionais e ano-base
  • Coleta de dados por fonte de emissão (combustão, energia, processos, cadeia de valor)
  • Cálculo, consolidação e análise dos resultados
  • Relatório, publicação e plano de melhoria
  • Rotina anual de atualização

Normas e referências

GHG Protocol

Padrão corporativo de contabilização e relato, adaptado ao Brasil pela FGV

ISO 14064-1

Quantificação e relato de emissões no nível da organização

ISO 14064-3

Verificação de terceira parte da declaração de GEE

Selos RPE

Bronze (parcial), Prata (completo) e Ouro (completo e verificado)

Ciclo típico: Anual: o inventário cobre o ano-calendário anterior e é publicado no ciclo seguinte.

A verificação do inventário é feita por organismo acreditado pelo Inmetro, independente de nós. Nós elaboramos e preparamos; quem verifica é terceiro. Essa separação é o que dá valor ao Selo Ouro.

Ver a página dedicada de Inventário de GEE →

03
Produto 03

Pegada de Carbono de Produto

Estudo ISO 14067 por unidade funcional, base para EPD e para o dado do CBAM.

A pegada de carbono de produto quantifica as emissões de um produto específico ao longo do ciclo de vida, em kgCO2e por unidade funcional. É o dado que grandes compradores pedem aos fornecedores e que o exportador precisa entregar ao cliente europeu no contexto do CBAM.

A Ideal Metrics conduz o estudo completo, da definição de fronteira ao relatório, com base na avaliação de ciclo de vida.

Para quem

  • Exportadores de setores cobertos pelo CBAM (ferro e aço, alumínio, cimento, fertilizantes)
  • Fornecedores de grandes marcas que exigem pegada declarada
  • Produtos que buscam rótulo ambiental ou diferenciação de mercado

O que você recebe

01

Estudo de Pegada de Carbono de Produto

Conforme ISO 14067: unidade funcional, fronteira do sistema, regras de alocação e tratamento de carbono biogênico.

02

Relatório técnico com análise de sensibilidade

Resultados por etapa do ciclo de vida e identificação dos pontos quentes de emissão.

03

Base para Declaração Ambiental de Produto (EPD)

Estrutura do estudo pronta para evoluir para uma EPD conforme ISO 14025, registrada em programa operador.

04

Dado de emissões embutidas em formato CBAM

Relatório por produto e instalação no formato que o importador europeu precisa declarar.

Como funciona

  • Definição de escopo, unidade funcional e fronteira (berço ao portão ou ao túmulo)
  • Inventário de ciclo de vida: insumos, energia, transporte e fim de vida
  • Cálculo e análise de sensibilidade
  • Relatório e recomendações de redução
  • Opcional: verificação de terceira parte e registro de EPD

Normas e referências

ISO 14067

Norma internacional de referência para pegada de carbono de produto

ISO 14040/14044

Princípios e requisitos da avaliação de ciclo de vida (ACV)

ISO 14025

Declarações ambientais de produto (EPD)

GHG Protocol Product Standard

Padrão complementar de contabilização por produto

Ciclo típico: Por produto ou família de produtos. Recalcula-se quando muda a formulação, o processo ou a matriz energética; EPDs valem tipicamente 5 anos.

Ver a página dedicada de Pegada de Carbono de Produto →

04
Produto 04

Carbono Neutro

Neutralização ISO 14068-1 com comprovante público: empresa, evento e frete.

Declarar neutralidade de carbono com seriedade exige quatro blocos: medir, reduzir, compensar o residual e declarar. A ISO 14068-1 substituiu a PAS 2060 como norma de referência e passou a exigir hierarquia de mitigação (reduzir antes de compensar) e a inclusão das emissões materiais de escopo 3.

A Ideal Metrics estrutura a neutralização completa, da medição ao comprovante público de compensação, para organizações, produtos, eventos e operações de transporte.

Para quem

  • Empresas que querem declarar neutralidade anual com lastro técnico
  • Eventos corporativos, feiras e produções que buscam selo de evento neutro
  • Operações logísticas que precisam oferecer frete neutro a clientes

O que você recebe

01

Inventário do objeto declarado

Organização, produto, evento ou frete, medido conforme GHG Protocol.

02

Plano de gestão de carbono

Metas e trajetória de redução do que pode ser reduzido, antes da compensação.

03

Compensação com comprovante público

Aposentadoria nominal de créditos em registro reconhecido (Verra ou Gold Standard), com comprovante rastreável.

04

Declaração de Neutralidade

Documento estruturado conforme ISO 14068-1, pronto para comunicação e para verificação.

05

Certificado com ano de referência

Peça de comunicação para o cliente exibir, renovada a cada ciclo.

Como funciona

  • Medição do objeto (organização, evento, frete ou lote de produto)
  • Plano de redução com hierarquia de mitigação
  • Seleção e aposentadoria de créditos com due diligence
  • Declaração conforme ISO 14068-1
  • Renovação anual ou por edição do evento

Normas e referências

ISO 14068-1

Neutralidade de carbono (substituiu a PAS 2060; NBR publicada em 2024)

GHG Protocol

Base de medição do inventário

Verra / Gold Standard

Registros dos créditos usados na compensação

Ciclo típico: Anual para organizações (a neutralidade vale para o período declarado); pontual por evento, lote ou operação.

Selo sem lastro é passivo de reputação. O que sustenta a declaração é o conjunto inventário + redução + comprovante de aposentadoria nominal dos créditos, e é isso que entregamos.

Ver a página dedicada de Carbono Neutro →

05
Produto 05

Descarbonização e Metas

Plano de redução com curva MACC e dossiê de meta para a SBTi.

Medir sem reduzir não sustenta nenhuma declaração. O plano de descarbonização transforma o inventário em decisão: quais medidas reduzem mais tCO2e por real investido, em que ordem, e que meta a empresa consegue assumir publicamente.

A Ideal Metrics constrói o plano com critério econômico, medida por medida, e prepara o dossiê para validação de meta na SBTi quando esse é o objetivo.

Para quem

  • Empresas com meta imposta por clientes, matriz ou financiadores
  • Organizações que vão cair nos limiares do SBCE e precisam de trajetória
  • Quem quer assumir compromisso público validado (SBTi)

O que você recebe

01

Plano de Descarbonização

Cenário-base, projeção de emissões e portfólio de medidas quantificadas em tCO2e/ano e custo.

02

Curva MACC

Custo marginal de abatimento (R$/tCO2e) de cada medida, separando as que se pagam das que exigem investimento.

03

Trajetória de metas

Metas de curto e longo prazo compatíveis com a operação e com os compromissos assumidos.

04

Dossiê de submissão à SBTi

Preparação da meta near-term ou net-zero para validação pela Science Based Targets initiative.

05

Governança e monitoramento

Indicadores, responsáveis e rotina de acompanhamento do plano.

Como funciona

  • Cenário-base a partir do inventário
  • Levantamento e quantificação das medidas de abatimento
  • Curva MACC e priorização econômica
  • Definição de metas e trajetória
  • Plano de implementação e rotina de reporte

Normas e referências

SBTi

Validação de metas contra trajetórias de 1,5 °C; near-term cobre no mínimo 95% dos escopos 1 e 2

GHG Protocol / ISO 14064-1

Base de medição do cenário e do progresso

Ciclo típico: Projeto único com revisão a cada 2 ou 3 anos; metas SBTi têm reporte anual de progresso e revalidação em ciclos de 5 anos.

Ver a página dedicada de Descarbonização e Metas →

06
Produto 06

Créditos de Carbono

Due diligence e aposentadoria nominal na compra; viabilidade e PDD na originação.

O mercado voluntário de carbono tem qualidade desigual: crédito ruim vira passivo de reputação. Comprar bem exige verificar registro, metodologia, adicionalidade e risco de reversão antes de pagar. E quem tem ativo (terra, aterro, processo industrial) pode estar sentado sobre um projeto de créditos sem saber.

A Ideal Metrics atua nas duas pontas: assessora o comprador na seleção e aposentadoria de créditos, e o dono do ativo na originação do projeto.

Para quem

  • Empresas que compensam emissões e precisam de créditos com integridade
  • Proprietários de terra, aterros e indústrias com potencial de gerar créditos
  • Compradores que querem parecer técnico independente antes da transação

O que você recebe

01

Estratégia de compensação

Quanto compensar, com que tipo de crédito e em que registro, alinhado à declaração pretendida.

02

Parecer de due diligence por lote

Status no registro, metodologia e vigência, adicionalidade, risco de permanência, vintage, dupla contagem e ratings independentes.

03

Execução da aposentadoria nominal

Compra e aposentadoria em nome do cliente, com comprovante público do registro.

04

Estudo de viabilidade de projeto

Pré-elegibilidade do ativo: metodologia aplicável, potencial de geração e economics.

05

PDD e apoio à certificação

Documento de concepção do projeto (Verra VCS ou Gold Standard) e apoio na contratação do organismo validador.

Como funciona

  • Compra: estratégia, due diligence, transação e comprovante
  • Originação: viabilidade, PDD, validação, registro e monitoramento
  • Prazo típico da originação: 12 a 24 meses até a primeira emissão de créditos

Normas e referências

Verra VCS

Maior padrão do mercado voluntário (créditos VCU)

Gold Standard

Padrão com foco em cobenefícios (créditos GS VER)

ICVCM / CCP

Selo de integridade que qualifica créditos de alta qualidade

Ciclo típico: Compra e due diligence são pontuais, por transação; originação é projeto plurianual com verificações periódicas.

Ver a página dedicada de Créditos de Carbono →

07
Produto 07

SBCE e CBAM

Gap analysis da Lei 15.042/2024 e relatório de emissões embutidas para exportação.

A Lei 15.042/2024 criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE): instalações que emitem acima de 10.000 tCO2e/ano terão de monitorar e relatar; acima de 25.000 tCO2e/ano, também conciliar cotas (CBE) e certificados (CRVE). A regulamentação está em curso, e quem estrutura o MRV agora chega pronto.

Na fronteira europeia, o CBAM entrou no período definitivo em 2026: o exportador brasileiro de setores cobertos precisa entregar ao cliente europeu o dado de emissões embutidas por produto, senão valem valores-padrão punitivos.

Para quem

  • Instalações industriais acima de 10.000 tCO2e/ano (obrigação de relato no SBCE)
  • Instalações acima de 25.000 tCO2e/ano (conciliação de CBEs e CRVEs)
  • Exportadores de ferro e aço, alumínio, cimento, fertilizantes e hidrogênio para a UE

O que você recebe

01

Gap analysis SBCE

Enquadramento da operação nos limiares da Lei 15.042/2024 e roadmap de conformidade por fase.

02

Inventário por instalação

Estrutura de dados no recorte que a lei regula: instalação e fonte, não só o CNPJ consolidado.

03

Plano de monitoramento

Rotina de MRV em formato exigível pelo órgão gestor do SBCE.

04

Relatório de emissões embutidas (CBAM)

Dado por tonelada de produto e instalação, no formato que o importador europeu declara.

05

Preparação para verificação

Evidências organizadas para a verificação de terceira parte do relato regulado.

Como funciona

  • Enquadramento nos limiares e nas fases de implementação
  • Inventário e estrutura de dados por instalação
  • Plano de monitoramento e rotina de relato
  • Relatório CBAM por produto, quando aplicável
  • Rotina anual e acompanhamento da regulamentação

Normas e referências

Lei 15.042/2024

SBCE: cotas (CBE), certificados (CRVE) e obrigações por limiar de emissão

GHG Protocol / ISO 14064-1

Base técnica do inventário verificável

Regulamento CBAM (UE)

Ajuste de carbono na fronteira europeia, definitivo desde 2026

Ciclo típico: Estruturação única, com relato anual a partir da vigência das obrigações; CBAM segue o calendário de declaração do importador europeu.

A produção primária agropecuária está fora do teto do SBCE por lei. A regulamentação ainda define formatos exatos de plano e relato; estruturar o inventário em padrão verificável desde já é o caminho sem arrependimento.

Ver a página dedicada de SBCE e CBAM →

08
Produto 08

Carbono no Agronegócio

Emissões, remoções, geoespacial e conformidade socioambiental da porteira para dentro.

O agro tem uma posição única: a produção primária ficou fora do teto do mercado regulado brasileiro, mas os compradores internacionais cobram balanço de carbono, rastreabilidade e conformidade socioambiental. E as remoções (solo, floresta, integração) podem virar ativo em vez de passivo.

A Ideal Metrics mede emissões e remoções da porteira para dentro, mapeia a propriedade com dados geoespaciais e organiza a conformidade que os mercados exigem.

Para quem

  • Propriedades rurais e cooperativas que precisam de diagnóstico de carbono
  • Agroindústrias e exportadores cobrados por rastreabilidade e origem conforme
  • Produtores com potencial de remoção (floresta, solo, integração lavoura-pecuária)

O que você recebe

01

Inventário de emissões e remoções

Balanço de carbono da propriedade ou cooperativa, com base no GHG Protocol e na orientação para agricultura.

02

Análise geoespacial

Mapeamento do uso do solo: áreas produtivas, áreas protegidas e dinâmica de conversão.

03

Relatório de conformidade socioambiental

Cruzamento do CAR com alertas de desmatamento, embargos e listas oficiais, por CPF ou CNPJ.

04

Dossiê de acesso a mercado

Documentação de origem e balanço de carbono para compradores e linhas de financiamento verdes.

05

Avaliação de potencial de créditos

Pré-elegibilidade de projetos de remoção na propriedade (encaminha ao produto Créditos de Carbono).

Como funciona

  • Levantamento de dados da propriedade e da produção
  • Mapeamento geoespacial e verificação de conformidade
  • Cálculo de emissões e remoções por atividade
  • Relatório, plano de melhoria e dossiê de mercado
  • Atualização por safra ou ciclo anual

Normas e referências

GHG Protocol Agricultural Guidance

Orientação de contabilização para o setor agropecuário

ISO 14064-1

Quantificação e relato no nível da organização

CAR

Cadastro Ambiental Rural como base da conformidade territorial

Ciclo típico: Anual ou por safra, conforme a cultura e a demanda do comprador.

Exigências de cadeias livres de desmatamento, como a regulamentação europeia, tornam a rastreabilidade e a conformidade documentada condição de acesso, não diferencial.

Ver a página dedicada de Carbono no Agronegócio →

09
Como trabalhamos

Método de trabalho

A metodologia é estruturada para garantir precisão e conformidade em todas as etapas do processo:

1
Identificação em campo

Levantamento das fontes emissoras e dos níveis atuais.

2
Definição de metas

Alvos de redução e compensação alinhados à estratégia.

3
Inventário de GEE

Cálculo segundo protocolos reconhecidos internacionalmente.

4
Registro oficial

Publicação no Programa Brasileiro GHG Protocol (FGV).

5
Monitoramento

Acompanhamento contínuo dos indicadores e das ações.

10
Por que fazer

Benefícios

A gestão estruturada do carbono gera vantagens competitivas concretas:

Visibilidade

Emissões e impactos mapeados, base para decisões de redução.

Acesso a mercados

Conformidade exigida em editais, licitações e cadeias de fornecimento.

Mercado de carbono

Posição pronta para metas regulatórias e precificação futura.

Reputação

Credibilidade junto a clientes, investidores e partes interessadas.

11
Próximo passo

Comece pelo diagnóstico

Para avaliar o ponto de partida da sua organização, mapear as fontes de emissão e definir o produto certo, fale com a nossa equipe técnica.

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